Ensinar é um ato de amor! Paulo Freire

Ensinar é um ato de amor! Paulo Freire

terça-feira, 18 de maio de 2010

A formação contínua é muito importante


O professor que está em constante formação é capaz de contribuir no desenvolvimento de sua clientela, pois está atualizado e consegue acompanhar as mudanças na educação e conseqüentemente é capaz de tornar a aprendizagem mais significativa.
Participei de uma capacitação do Programa Agrinho, que se baseia em uma metodologia de incentivo à pesquisa, à educação crítica, criativa, que desenvolva a autonomia e a capacidade de professores e alunos assumirem-se como pesquisadores e construtores de novos conhecimentos. Este programa foi criado com o objetivo de levar informações sobre questões ambientais, de segurança, ética e cidadania.
A educação crítica, reflexiva e criativa acontece a partir do momento em que o professor passa a ser agente desta transformação, reconhecendo o seu papel de mediador do conhecimento, como aquele que não sabe de tudo , mas que está disposto a ensinar e aprender ao mesmo tempo.
A pesquisa é um fator que provoca no aluno o desejo de buscar informações que possam satisfazê-lo.
Segundo o presidente do Sistema Faeg/Senar, "As crianças são a esperança do presente e nelas reside o futuro", se nelas reside o futuro, nós educadores podemos contribuir para um sociedade mais consciente de suas ações. um abraço,
Professora Sandra Cristina

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Temos que valorizar a habilidade de cada aluno.


Toda criança tem o direito ao ensino de qualidade.

Gostaria de partilhar a minha experiência de hoje, meus alunos assistiram ao filme da Disney "O CÃO E A RAPOSA", e puderam perceber que todos eles são bons em alguma coisa.

Nós professores devemos usar de metodologias utilizando a habilidade do aluno para ajudá-lo a apreender o que pra ele é difícil, assegurando-lhe uma aprendizagem significativa.

Quem já leu "UMA PROFESSORA MUITO MALUQUINHA " de Ziraldo entende do que estou falando; para ela todos são bons, não existe aluno que não saiba alguma coisa, no livro inventava-se até medalhas para quem cuspisse mais longe, entre outras, são estratégias inteligentes para poupar o aluno da inferioridade e ao mesmo tempo incentivá-lo a acreditar em suas potencialidades e que se é capaz.

Acredito no ensino construcionista e na contextualização e tenho procurado assegurar aos meus alunos que aprendam a fazer fazendo. A cada aula eles fazem uma nova descoberta.Isso é muito gratificante.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

As serias do ensino eletrônico



Paulo Blikstein
Marcelo Knorich Zuffo

As tecnologias estão aí, para trazer novas mudanças no ensino e aprendizagem, elas devem ser utilizadas como matéria-prima para construir conhecimento, não apenas para transmitir informações.
As novas tecnologias são necessárias, por propiciar ao aluno condições de aprender a fazer fazendo, com projetos reais, tornando o aluno crítico e reflexivo ainda na primeira fase do ensino fundamental, diminuindo o risco de chegarem à faculdade ou ao mercado de trabalho despreparados.
Devemos construir nos alunos, conforme o texto “a possibilidade de atuar no mundo, empreender projetos, melhorar a vida das pessoas, imaginarem o que não existe subverter a ordem, construir, destruir e reconstruir”. “... a única educação que faz sentido é a que nos faz mudar o mundo.”

segunda-feira, 3 de maio de 2010

PARA QUE A ESCOLA DEIXE DE SER UMA INSTITUIÇÃO COM PADRÕES ANTIGOS E SE TORNE MAIS CONSTRUCIONISTA E ARTICULADORA, CABE A NÓS PROFESSORES A RESPONSABILIDADE DE ADERIR O NOVO, PENSANDO NO BENEFÍCIO QUE ISSO SERÁ COMO POR EXEMPLO; PARA O FUTURO CIDADÃO QUE SERÁ LANÇADO NO MERCADO DE TRABALHO.
TRABALHAR POR PROJETOS, INSERINDO AS NOVAS TECNOLOGIAS É GARANTIR QUE O ALUNO APRENDA A FAZER FAZENDO.
UM ABRAÇO, SANDRA CRISTINA.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Educação é tudo!


Conforme Cláudio Sanches "As oportunidades de chegar ao mercado de trabalho dependem pouco do que aprendemos nos bancos acadêmicos, 85% das chances que aparecem são aproveitadas por meio do potencial criativo, da maturidade, iniciativa, comunicação, auto-estima, coisas que as escolas poderiam suprir caso trabalhassem o ensino de forma contextualizada”.
Essas atitudes citadas, explicam o porquê de os alunos do ensino médio se sentirem tão perdidos ao serem libertos para uma escolha profissional. ‘’Foi dito à eles o tempo todo façam isso, façam aquilo’’, nunca lhes deram direito de escolha. “Por conta disso, a escola deixa muitas potências passarem despercebidas”.
A escola deve se tornar em um espaço de contribuição, assegurando ao futuro cidadão condições de uma formação para ser inserido ao mercado de trabalho, essa metodologia deve ser introduzida ainda na primeira fase do ensino fundamental, aprender a fazer fazendo é muito mais interessante.
Segundo Paulo freire, ‘’Ninguém caminha sem aprender a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando... ’’, com o aluno não é diferente, as novas metodologias e tecnologias estão aí para que nós professores de fato possamos introduzí-las, desta forma estaremos contribuindo para que a escola se torne mais articuladora .
E eu enquanto pedagoga posso contribuir fazendo a minha parte.

Um abraço,

Sandra Cristina